domingo, 21 de março de 2010

"AMOR é simplesmente o sentimento mais forte que se pode sentir. É tão simples e ao mesmo tão complexo, portanto inexplicável.É ver a vida de uma forma linda e cheia de cores... Vida mais feliz...É tão estranho como alguém pode fazer tanto parte da tua vida, e mais ainda, como alguém consegue SER tua vida.Como a gente consegue passar por cima de tudo e ver as coisas como elas NÃO são. Amar é entender, aceitar, conhecer... É ficar feliz com um simples detalhe – que muitas vezes só você percebe... É alcançar dois extremos num mesmo instante (felicidade/tristeza) por qualquer comentário... É sair do real e não ver a verdade... É não encarar os fatos de frente... É chorar, sentir dor, viver por alguém...É pensar em não morrer só pra não deixá-lo sem você... É saber que se ele se for você não sobrevive... É ter a certeza de que aquela é a pessoa mais importante nessa vida, dormir e acordar pensando nela e ficar imaginando como seria se vocês estivessem juntos... É não dormir de tanto pensar... É dormir de tanto chorar... É ficar feliz só em saber que aquela pessoa existe e que você tem a sorte de conhecê-la... Saber que daqui um tempo ele pode estar com outra pessoa que não vai ser você... E ficar feliz por saber que ela estará feliz... Se preocupar com a vida dele mais do que com a sua... Morrer por ele se for preciso... É ficar feliz por estar perto... É rir sozinho das coisas que ele diz... Ficar bobo, admirando, olhando... É ver perfeição em tudo que ele faz... É ter certeza que nesse mundo ninguém pode substituí-lo... É nem imaginar como seria sua vida sem ele... Ter certeza de que por essa pessoa você faria tudo... É fechar os olhos e sentir a imensidão disso tudo e não poder descrever... É explodir de tanta felicidade por nada... É ficar triste de uma hora pra outra por nada... É sentir que ele está chegando, olhar pro lado e ver q ele já está pertinho... É sentir o perfume dele e rir sozinha... É ficar se perguntando: 'Onde será que ele está agora?'... É esquecer-se do tempo quando ele está perto... É não ter forças pra desistir... É ler uma mensagem no celular mais de mil vezes – mesmo que tenha sido apenas uma resposta de uma enviada por você anteriormente... É escrever o nome dele e lê-lo mil vezes... É lembrar-se de seus mínimos detalhes (detalhes esses que só você percebeu e talvez nem ele saiba)... É sentir o peito explodir de tanta alegria quando ele te toca – mas ninguém percebe... É sentir borboletas no estômago (vulgo: frio na barriga) quando ele está chegando... É ter ciúmes sem motivo nenhum... É perdoar sempre... Passar por cima do mundo todo... É ganhar o dia com um simples sorriso... É senti-lo sempre por perto... É morrer quando ele não está ao seu lado... É negar que está sentindo tudo isso... É saber que em algum lugar vocês vão se reencontrar e poder viver tudo... É sonhar com ele toda noite... Ficar ansiosa para vê-lo chegar... Morrer de saudades... Sentir muito sua falta... É ver que tudo fica mais bonito quando ele está por perto e ver que tudo perde a graça quando ele está longe...

Ame muito...

Ame tudo...

Ame a vida!

Diga 'Eu te amo!' sem medo de não ouvir de volta... E se você ama alguém não deixe que a pessoa não saiba...

A vida não é tão longa...

E o amor tem que estar presente sempre!Sempre dê atenção a ele...

Ame sempre intensamente, mesmo que você não compreenda o que é o AMOR. Não se importe em amar e não ser amada...



O sol aquece e não é aquecido... E ele sempre vai estar lá..."

Em homenagem ao aniversário de um ano de atividade do curinga andarilho
Pela primeira vez aqui no curinga andarilho, recebi um pedido. Uma amiga distante, que me impressionou muito, me pediu ás cegas após ler meu último post que eu colocasse isso para ela. Nem preciso reafirmar a honra que se fez diante de mim essa simplicidade. A singileza e a pureza intensa deste me fez muito bem. Obrigado a você pela sua contribuição, saiba que o curinga andarilho, estará sempre de braços abertas a mais textos intensos e puros como este.

Lost!


Não sei porque estou aqui.

Acredito que na ausência de alguém pra ter uma conversa realmente profunda sobre mim mesmo, me encontrei na tal válvula de escape artística.

Sinto falta de um monte de coisas...

Como de sentir a arte, o ser artísitco dentro de mim, de me sentir vivo, como num exercício do guina...

Tenho saudades de muita coisa...

E me pergunto se tudo isso valerá a pena algum dia...

Me forçar a estudar muito, ter pouco tempo pra mim e ainda me criticar por gastar esse pouco tempo com algo que não o estudo...

Eu definitivamente não to sabendo lidar com isso...

Sempre acho que eu estudei menos do que deveria...

E quando começo a estudar me dá um comichão desenfreado me fazendo cansar facilmente daquilo...

Tudo se torna muito chato e desgastante...

Até as matérias que eu sentia mais afeição...tudo.

Ok, bem bem bem possível de tudo isso não passar de mais uma dramaturgia da vida adolescente...mas ja que tenho que desabafar com alguém que seja no meu próprio espaço...assim ninguém terá o direito de me criticar...ou dizer que estou errado.

Não sei mais se esse blog deve continuar ativo...

Teve o lado bom nesse boom...que foi o reconhecimento...

Mas eu estou tendo precauções que não queria, não DEVERIA ter pra escrever...

Isso tudo era pa ser uma válvula de escape...e não sei se quero minha vida tão jogada no ventilador pra os quatro cantos saberem...

Isso aqui é vida real...não uma teledramaturgia hipócrita.

Ah...saco.

Me canso de mim mesmo com mais frequencia...e de minha crises existencias com mais ainda.

Cansei do mesmo...simplesmente quero mudança já.

Não uma foto no orkut, ou um perfil...quero namorar, quero sair, quero experimentar, quero sentir e acima de tudo viver.

Sem essa de "vivo subjugado pelo mundo em que vivo"...sai dessa....sério.

Ai...chega disso...

Bando de baboseiras saindo de dedos psicóticos por uma saída.

Bah...

domingo, 14 de março de 2010

Faça o que eu digo aprendiz, e não o que eu falo... ó.o?

É engraçado como sempre admirei uma pessoa ser atarefada e sem tempo e hoje me odeio por isso.
É frustrante não conseguir fazer quase nada...e ainda assim nada. Ter um dia com efêmras 24h, dormir só 8h, estudar durante umas 10h, e tudo isso baseado num sonho distante.
Ao mesmo tempo que sei que estou crescendo e agora isso ja é quase o mesmo que amadurecer, afinal acho que ja parei de crescer, literalmente, em altura, penso que minhas atitudes são forçadas a serem adultas, de uma hora pra outra.
É como se meus 1,80m, dissessem que eu já sou adulto, firme e absoluto. Cara que absurdo. As pessoas são cheias de quererem dizer que devemos aproveitar nossa infância porque passa rápido, e que devemos deixar de querer crescer. Ok, eu sempre quis crescer logo assim como o mundo todo quis...e se for pensar...o tempo passa igual pra todo mundo, mesmo. Agora do nada vem uns e outros dizendo que tenho que tomar atitudes condizentes com meu tamanho, há ambiguidade aqui.
Ridículo.
Exigir isso de uma hora pra outra. Exigir rotinas de estudos pesadíssimas do nada, aitudes dignas de anciões para tomar decisões difíceis, e posições críticas na vida. Ninguém pára para pensar porque um jovem não é crítico, só diz que ele é sem cultura. Por outro lado, ninguém ensina na escola ética, cultura, e respeito. Aí passamos 5 horas do dia lá, e nos exigem demais. Ninguém diz pra pais e filhos que alguns fatores podem ajudar na formação do jovem crítico. Mesmo porque se isto fosse dito, o MUNDO não estaria assim.
Ser crítico, adulto e maduro depende de uma série de coisas, e não venha querer me cobrar do nada, senhor adulto.
Afinal crescer, amadurecer e criticar ja são muito presentes em vossa divindade.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Undisclosed Desires

Eu andava a 90 por hora. O vento não batia em meu rosto pois o ônibus era com ar condicionado...mas eu gostaria muito daquilo. A vegetação passava correndo pelos meus olhos a medida que o ônibos passava por ela e se aproximava de seu destino. A longa viagem se rezumia em olhar a paisagem e ouvir música ou dormir. O frio, confesso, facilitava bastante ambas. Descobri uma revigorante sensãção de liberdade em viajar. Mas de ônibus claro. Carros dão monotonia, ônibus dão moviemento e paixão á coisa. A tarde ia lentamente passando. O silêncio estabelecido depois de umas 3 horas de viagem, e muse aos ouvidos. As horas passam de uma forma diferente na viagem. São lentas, mas com um sentido diferente...acho que o são graças á uma sensação de não ter pra ond fugir nem como ir mais rápido, que nos toma. Me sinto mais adulto e maduro a cada dia. Mesmo que algumas pessoas discordem veemente disso.
A sensação de liberdade ainda me causa extremos arrepios bons. E São Paulo me remete á essa liberdade.
A medida que nos distanciávamos do interior os canaviais infindáveis eram trocados por construções baixas e gramídeas.
Anoitecia e a cidade se aproximava.
As luzes quicavam enquanto desciam montes verdes perto da capital.
Era uma dança de saudação preparada especialmente pra minha chegada.
Porque pra mim cada chegada é única mas remete ao mesmo incrível e eterno sentimento.

LIBERDADE.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Que venha...


Gostaria de ter escrito algumas coisas antes. Gostaria de ter feito agradecimentos no último dia do ano e bons pedidos para este. Gostaria de agradecer não só aos meus seguidores e amigos, mas também a Deus, por tudo que tem acontecido comigo, estou sempre nas mãos dele de uma forma ou outra. E pedir força pra um decisivo ano.

Como todo começo de ano...sinto uma força dentro de mim me impulsionando ao novo. Ás boas (verídicas ou não só Deus sabe) e revigorantes energias e vibrações de um 1º de Janeiro. Á sensação de que tudo será melhor, mais intenso, mais gostoso e mais fácil. É estranho e um tanto infantil continuar reagindo da mesmo forma ás entradas e saídas de ano? Não me importo. Mudei. Mudei sim. E isso eu sinto dentro de mim.

Desde meu último texto, tenho tido muito tempo pra pensar nessas mudanças...aquele pode ser considerado um marco. Sim, uma grande barreira. A barreira da inocência, da cegueira da consciência, da razão. Do descobrimento do mundo. Tanto cruel e egocêntrico quanto vibrante e vívido. A queda de um muro de hipocresia. De um monte de NÃO poderes, de NÃO deveres, de NÃO falares. O descobrimento de um revolucionário e forte EU dentro de mim.

É engraçado. (Por sinal, sempre é engraçado.) Me descobri com essa nova evolução. Qualidades, defeitos, que sejam, estou sendo menos crítico comigo. Foda-se o que os outros pensam de mim mais do que nunca. Com a opnião do vizinho, do primo de 3º grau ou da caixa do supermercado. Vou viver mais e outra vez. Com mais paixão, mais garra e mais peito do que nunca. Não vou desistir das pessoas. Assim como uma amiga, ainda acredito no lado bom de TODAS elas.

Vou respirar mais arte, vou acreditar mais em mim mesmo, vou amar mais pessoas e reforçar o amor pelas q eu ja tenho. A vida é muito pra tão pouco. E se ela passa tão rápido, vamos, corra atras da sua também!

O mundo não será o bastante!

Enquanto eu ainda for vivo, hipermutável e sensível á intensidade de sentimentos e curiosidade mundana. Enquanto banhos de chuva forem mais do que limpezas de consciência. Enquanto amanheceres forem mais do que horário de acordar. Enquanto músicas forem mais do que notas. Enquanto eu ainda sentir tudo isso batendo com força no meu peito e me sentir parte de algo único e especial. Enquanto isso eu viverei feliz.
Pois, que venha. Que venha 2010!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Liberte-se!

Você me fez pensar.
Hoje como ninguém jamais o havia feito.
De uma forma tão brutal e frustrante.
Me fez ver que rumo eu dou e que rumo eu realmente quero dar.
Me fez ver além do que meus olhos podem enxergar afinal.
E eu que lhe devia ajuda, me fiz o necessitado em questão de minutos.
Foi muito, muito frustrante descobrir que minha vida é tão sem graça.
Eu que sempre quis mais me contento a tempos com tão pouco.
Essa coisa de não querer só um nominho de uma instituição no começo do seu currículo pra isso lhe abrir portas e não o que você é. O que você pensa. O que você representa. O que você quer.
É muito hipócrita isso MEU DEUS!!
Como podemos conviver tão passivamente com o mundo pisando na nossa cabeça?
Como nós seres tão inteligentes podemos nos deixar ser pisados por essa gente estúpida e sem arte no coração?
É muita hipocrisia minha gostar de arte mesmo sem me sentir parte dela?
Ou então me sentir tão bem num ambiente quase desconhecido só pela sensação de liberdade que ele me causa?
Não eu não estou fugindo do assunto, só estou lhe mostrando o quanto isso que você disse mexeu comigo.
Me mostrou umas coisas que precisavam ser mostradas logo. E jogadas exatamente dessa forma na minha cara.
Eu definitivamente não quero ser mais um.
Não quero ser parte de um monte de cabeças.
É muito sonho?
Muito filme? Muito teatro? Muita música? Muita série? Muita ficção que ando vendo, ouvindo, fazendo comigo mesmo? Ou será que isso PODE ser real?
Eu definitivamente prefiro dar minha cara a tapa nessa torrente de emoção que me move, á passar a vida abaixando a cabeça pra alguém.
E olha só, me vejo agora dizendo exatamente o que você disse.
Acho que o sentido de tudo era desabafar.
Era eu me encontrar dentro de mim mesmo em meio ás suas palavras pra depois lhe responder.
Não sei se é loucura ou não o que você está pensando em fazer.
Não sei se devo lhe dizer realmente algo.
Talvez eu não seja o alguém a quem você precise ouvir.
Talvez a minha maturidade não seja o bastante pra isso.
Você sempre foi e sempre será anos-luz mais madura que eu.
Incontestável.
Me desculpe se você conseguiu me colocar em cheque definitivamente em mim mesmo.
Sinto não poder ajudá-la tão prontamente.
É muita informação.
É talvez um passo maior do EU MESMO possa dar.
São palavras pesadas demais pra serem proclamadas sem ao menos um relativo tempo pra mim. Mas antes de mais nada obrigado por ter colocado essa semente em mim.
Acho que mais tempo de teatro traria isso.
E em alguns minutos você reviveu esse lado meu.
Quero ser alguém, mas não da forma comum.
Não quero ser alguém por passar em Medicina, ou virar Engenheiro Civil.
“ – Esse nosso Pedrinho nasceu pra ser artista!”
Talvez meu avô tenha mais razão do que só a emoção que ele me causou ao dizer isso.

sábado, 28 de novembro de 2009

Felicidade, incerteza, tristeza e frustração.

Minha vida dá voltas. E eu assisto a isso de camarote. Um turbilhão se fez em torno de mim e o pior sem minha percepção. Então hoje, me dei conta de alguns delitos que venho comentendo. é uma grande confusão. Uma mistura de felicidade com incerteza, tristezas e frustrações. O tipo de coisa que sempre me deixa um tanto em choque. E neste estado letárgico que me encontro, me lembro que essa é a melhor fase para meus desabafos. Para minhas reclamações. Nem sei se esse blog deve continuar ativo. Tomou o tipo de proporção indesejada. Ja são tantas pessoas desejadas e/ou não que visitam-no que começo a ter receio ao me abrir tão profusamente como costumava. Passei por uma situação um tanto desagradável na ultima terça, sem comentários específicos. Mas aprendi da pior forma que meus direitos têm de serem validados. Sempre. Vi uma cena de uma filme ontem, onde, por ironia talvez, Deus dizia que nunca ensinava-nos diretamente. Ele nos dava oportunidades para aprendermos sozinhos. Foi um tanto esclarecedor, bonito e ao mesmo tempo frustrante. Aquele tipo de realidade que se mantém na sua frente a vida inteira, inteira mesmo, e então na velhice você se dá conta, de que a vida vale a pena ser vivida. O segredo dos velhinhos felizes afinal. E então volta pra cá. Fico sabendo que consegui o que tanto alcançava, que conseguirei voltar na época em que gostaria para São Paulo e passar um tempo com meus amigos, áqueles a quem tanto amo e á tanto prometo um tempo para nós. E então descubro um empecilho nesse meio. Um empecilho que talvez não seja tão fácil de ser retirado. Pego de surpresa passo uma manhã/tarde tão inesquecível quanto o primeiro beijo. Me debato com a minha realidade e a realidade mundana. Me sinto feliz como nunca, de férias afinal. As tão desejadas férias chegaram, não deveria eu estar feliz?
Me pego com uma das maiores brigas internas de mim mesmo. Me pego não querendo ir embora daqui. Não conseguindo pensar em eu fazendo um terceiro colegial senão aqui. Não estou louco. Não estou sob efeito de drogas, nem álcool. Pra meu mais profundo medo é verdade. Medo aquele de ficar e gostar tanto de não querer partir. Medo de meus pais terem razão. E suas preces serem atendidas. Medo de me render ao mosntro com que lutei durante os últimos 4 meses. Medo de que todo um planejamente seja só ilusão. E esteja tão distante quanto o Japão de mim. Medo de um sonho de 'VOLTAR' seja só um sonho, não no sentido bom...no ruim, no duro. Muto medo de tudo isso. Medo de deixar de ser amado por aqueles que sempre me amaram um dia. Minha vida sempre foi confusa, mais tem momentos que me sinto tão pressionado. Escrevendo só por obrigação. Escrevendo enquanto o mp3 não está carregado. Sinto falta da chuva no rosto, dos gritos, das gargalhadas desenfreadas, dos abraos apertados, dos sorrisos desbotados, dos textos originais e sobre o que eu gostaria de dividir com um seleto número de pessoas, de cantar alto, de tirar o peso de uma semana dos ombros ao som de um piano e um violão segurando um microfone, de utilizar meus dedos pra algo mais útil e mais prazeroso do que digitação, das aulas em que eu entrava em um estado tão profundo e tão desconhecido de mim mesmo que passava horas só pensando aonde eu fui, de conversas longas e rápidas regadas a Coca-cola, saudade de flashes e clicks, saudades de andar de ônibus, de ver gente, de andar na rua, de sentir cheiros, de me sentir parte de algo, de me sentir integrante de algo, de me sentir emocionado semanalmente, saudades de tudo.